Realizadores audiovisuais de todo o Brasil já podem inscrever seus curtas-metragens no 12º Festival Cine.Ema – Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo. Esta grande inscrição cultural recebe projetos até este domingo, dia 21 de junho de 2026, diretamente pelo site oficial do evento. Os filmes selecionados vão concorrer a prêmios em dinheiro por meio de votação do júri técnico e do júri popular, movimentando a cena artística nacional e destacando o potencial do ecoturismo e da sustentabilidade capixaba.
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Curtas-metragens de até 21 minutos podem garantir premiações em dinheiro
Os curtas-metragens que buscam a inscrição válida no festival devem ter duração máxima de 21 minutos, ter sido finalizados a partir de 2024 e abordar temáticas que conectam pessoas, natureza e perspectivas socioambientais. O formato ou gênero é livre, aceitando produções de ficção, animação, documentário, videoarte, experimental e videoclipe. A curadoria técnica avaliará a originalidade, impacto e mérito artístico para direcionar cada obra para a mostra mais adequada no interior capixaba.
Mostra competitiva distribui prêmios e estimula o cinema ambiental no Estado
Ao confirmar a sua inscrição pelo site cineema.com.br/inscricao, os cineastas disputam um total de R$ 12.500 em prêmios, distribuídos em cinco categorias principais de R$ 2.500 cada, englobando melhor filme, melhor montagem, melhor contribuição artística e os vencedores pelo voto popular (incluindo a mostra infantil Cine.Eminha). O evento conta com o patrocínio do Grupo Águia Branca e o apoio da Reserva Ambiental Águia Branca, sendo uma realização da Caju Produções e do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet.
Ponto de Vista:
O Festival Cine.Ema se consolidou como uma das ferramentas mais bonitas e necessárias de interiorização da cultura no Espírito Santo. Entendo que abrir essa inscrição para cineastas de todo o país não apenas eleva o nível técnico dos filmes exibidos, mas joga os refletores nacionais para as nossas unidades de conservação e para o debate urgente da sustentabilidade.
Apoios de peso como o do Grupo Águia Branca demonstram como a iniciativa privada pode e deve caminhar junto com o desenvolvimento social. Sob a ótica sensível da organização comandada pela Caju Produções, levar oficinas de cinema e fotografia para comunidades que muitas vezes não têm acesso a salas de exibição tradicionais é um ato de pura democratização da arte.
Quem tem um curta-metragem guardado e com foco socioambiental tem até este domingo para garantir a sua participação nessa vitrine histórica do cinema capixaba.
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Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Lorena Meireles / Cine.Ema | Foto: Melina Furlan e Weliton Aiolfi | Redação: Informe Capixaba


