A Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestaram forte preocupação com os impactos da isenção tributária para compras internacionais de até 50 dólares. Para as entidades, a manutenção dessa política, conhecida popularmente como “taxa das blusinhas”, representa um risco iminente para a sustentabilidade do mercado interno.
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O presidente da FINDES, Paulo Baraona, aponta que a medida pode causar prejuízos à economia brasileira.
A análise técnica apresentada aponta que a falta de isonomia tributária cria uma concorrência desleal. Enquanto o empresário capixaba lida com uma carga tributária robusta e custos operacionais elevados, as plataformas estrangeiras entram no país com vantagens fiscais que sufocam a produção local. No Espírito Santo, o setor têxtil e de confecções, um dos maiores empregadores do estado, é o que mais sofre com esse desequilíbrio.

As entidades reforçam que o fim da isenção não é uma questão de arrecadação governamental, mas de justiça econômica. A proteção dos empregos e a manutenção da competitividade nacional dependem de um cenário onde todos joguem com as mesmas regras. Sem essa correção, o prejuízo à economia brasileira e capixaba pode se tornar irreversível, afetando diretamente o consumo e a inovação tecnológica no país.
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Ponto de Vista: A defesa da indústria nacional é, acima de tudo, a defesa do emprego do cidadão capixaba. A igualdade de condições tributárias é o único caminho para um crescimento econômico real e duradouro.
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Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: FINDES / CNI | Foto: Divulgação | Redação: Informe Capixaba


