Air Fryer e pães congelados dão nova vida ao clássico das padarias
O pão francês continua sendo o rei do café da manhã no Brasil, mas a forma de consumi-lo mudou. Um estudo inédito da MBRF (Qualy e Claybom) revela que a popularização da Air Fryer permitiu aos consumidores recuperar a crocância do pão a qualquer hora, sem precisar sair de casa. A conveniência dos pães congelados também deu mais autonomia para quem busca praticidade na rotina.
Além da tecnologia, há uma crescente preocupação com o equilíbrio. Termos como “tabela nutricional” e “opções sem glúten” estão cada vez mais presentes nas buscas de quem não abre mão do pãozinho, mas quer manter a saúde e o bem-estar em dia.
Subtítulo H3: Cacetinho, Pão de Sal ou Carioquinha? As faces regionais
A pesquisa também destacou a riqueza cultural do alimento através de suas nomenclaturas. Enquanto no Espírito Santo e Sudeste o termo “pão francês” predomina, em Minas Gerais ele é o “pão de sal”. Já no Rio Grande do Sul, o famoso “cacetinho” lidera as ordens, enquanto o Ceará prefere o “carioquinha”.
Quanto aos recheios, a preferência nacional é clara:
- Proteínas animais (carnes e ovos): 42% das citações.
- Frios e laticínios: 28%.
- Margarina, manteiga e requeijão: 23%.
Corpo do Texto:
Mais do que um simples alimento, o pão francês é um pilar da identidade brasileira. Ele funciona como uma base versátil que aceita desde a tradicional margarina até combinações mais elaboradas. Para o leitor do Informe Capixaba, entender essas tendências de consumo mostra como tradição e inovação podem caminhar juntas na cozinha, mantendo o prazer sensorial de um pão sempre quentinho e crocante na mesa.
Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Weber Shandwick / MBRF | Foto: Divulgação | Redação: Informe Capixaba | Suporte: IA


