
FATORES DE RISCO DA HIPERSONIA:
Diversos distúrbios subjacentes podem funcionar como fatores de risco para manifestação de quadros de hipersonia. Entre eles, podemos destacar:
– Distúrbios do sono como a insônia, a narcolepsia, a apneia obstrutiva do sono;
– Doença neurológica, por exemplo, a esclerose múltipla;
– Lesões traumáticas cerebrais;
– Hipotireoidismo;
– Obesidade;
– Uso de medicamentos sedativos ou tranquilizantes;
– Certos fatores genéticos;
– Trabalho em turnos;
– Alcoolismo;
– Depressão.
SINTOMAS DA HIPERSONIA:
O principal sintoma da hipersonia é a sonolência que toma conta da pessoa durante o dia, e pode estender-se por longos períodos de sono à noite. Importante considerar também, como manifestação ligada à hipersonia, a ?inércia do sono?, ou seja, o estado fisiológico que marca a fase de transição do sono para a vigília (parece que a pessoa não acordou completamente).
Em geral, esses episódios vêm acompanhados de extremo cansaço, falta de energia, raciocínio lento. Ansiedade, irritabilidade, lapsos de memória, perda de apetite, são outros sintomas possíveis dessa condição, que não só comprometem a qualidade de vida, como também afetam o desempenho social, profissional e afetivo.
TRATAMENTO DA HIPERSONIA:
O ideal é que tanto o diagnóstico quanto o tratamento da hipersonia sejam conduzidos por um médico neurologista especializado em distúrbios do sono, porque a conduta terapêutica certamente irá variar de acordo com as características próprias da condição nas diferentes fases do transtorno.
FONTE:
https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e…/hipersonia/
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