O governador do Estado, Ricardo Ferraço, realizou nesta quinta-feira (14) a abertura oficial da colheita do café conilon no Espírito Santo. A cerimônia, ocorrida na Fazenda São Geraldo, em Aracruz, marcou o início da safra 2026, atividade que se consolida como um dos maiores pilares da economia capixaba, reunindo produtores, especialistas e autoridades do setor.
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Durante o evento, foi lançada a campanha “Conilon de Qualidade – produza o seu!”, focada em incentivar práticas que aumentem o valor agregado do grão. Ricardo Ferraço destacou que o Espírito Santo é referência mundial em produtividade e tecnologia, superando competidores internacionais. O estado conta com cerca de 280 mil hectares cultivados por mais de 60 mil famílias, reforçando o papel estratégico da agricultura de base familiar para o desenvolvimento regional.
As perspectivas para a safra Café Conilon 2026 são otimistas. De acordo com a Conab, a estimativa é de que o Espírito Santo produza 14,8 milhões de sacas de café conilon neste ciclo, um crescimento de 5% em relação ao ano anterior. O secretário da Agricultura, Enio Bergoli, e o diretor do Incaper, André Barros, reforçaram que o foco agora é o pós-colheita, etapa determinante para garantir a excelência da bebida e ampliar a competitividade do café capixaba no mercado externo.
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O Espírito Santo segue como o maior produtor e exportador de conilon do Brasil. Além da importância econômica, o governador ressaltou os investimentos em infraestrutura viária no interior, fundamentais para o escoamento da produção e a melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais, consolidando um ambiente de negócios favorável ao crescimento sustentável.
Ponto de Vista: A abertura da colheita deste ano em Aracruz nos presenteia com uma imagem que transborda simbolismo e maturidade política: o governador Ricardo Ferraço e o ex governador e atual candidato a senador Renato Casagrande, lado a lado, sorridentes entre os pés de café. A foto, onde um segura a peneira e o outro observa o fruto com admiração, revela uma sintonia fina que vai muito além de um protocolo oficial; é o registro de uma "vitória compartilhada".
O café ( Café Conilon) se tornou um pilar inabalável do nosso Estado sob a governança de Casagrande, e Ricardo Ferraço, mesmo quando atuava estrategicamente nos bastidores como vice, sempre foi peça fundamental nesse motor. No momento da sucessão, quando a faixa e a caneta mudaram de mãos, o que vimos não foi um rompimento, mas a consagração de uma parceria de excelência. A imagem dos dois rindo, em meio à natureza e cercados por lideranças, diz muito sobre a grandeza de saber lutar junto.
Muitos esperariam que o novo governador quisesse os holofotes apenas para si, mas Ricardo demonstra sua estatura ao manter Casagrande ao seu lado, reconhecendo que o sucesso atual é fruto de um trabalho semeado a quatro mãos. Se antes o "R" de Renato guiava o Estado, agora o "R" continua com Ricardo — um nome que carrega o "Ferro" da força e a coragem da luta.
Não se trata apenas de dar continuidade, mas de refazer e engrandecer o que já era bom. Essa união é a garantia de que o Espírito Santo não vai parar de crescer, seja na agricultura, na indústria, na saúde ou na tecnologia. É a força da caneta unida à força do campo, mostrando que, independentemente de quem detém o cargo, o compromisso com o povo capixaba permanece sólido e inabalável.
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Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Giovani Pagotto/Leonardo Sales / Paula Pignaton/Felipe Ribeiro | Foto: Cid Costa/Governo-ES | Redação: Informe Capixaba


