Uma aprendizagem conectada às necessidades das empresas ainda não é uma realidade para a grande maioria dos trabalhadores no Brasil. É o que revela uma pesquisa inédita sobre maturidade da educação corporativa realizada pelo DOT Digital Group, edtech líder no país em soluções digitais para capacitação profissional. O levantamento contou com a participação de 1.088 colaboradores de 154 companhias de grande porte e apontou que 71,5% dos entrevistados não percebem os treinamentos alinhados à sua rotina real de trabalho.
Nota da redação: Para garantir a precisão e a sua segurança, esta matéria é revisada periodicamente pela nossa equipe. Novas informações e detalhes importantes podem ser acrescentados a qualquer momento.
Aprendizagem conectada ao índice de maturidade expõe distância entre investimento e aplicação prática
O levantamento calculou o Índice de Maturidade da Aprendizagem (IMA) nas grandes organizações em 58,5 pontos, em uma escala de 0 a 100. Esse resultado evidencia um descompasso estrutural: embora haja forte aporte financeiro em plataformas digitais e acervos de conteúdos, muitas corporações enfrentam enorme dificuldade para converter treinamentos em resultados práticos no dia a dia.
Segundo o estudo, apenas 28,5% dos profissionais se encontram no nível mais avançado de capacitação, onde o aprendizado flui em sintonia com os objetivos do cargo e as metas corporativas. O maior grupo de trabalhadores (32,4%) afirma que as ferramentas existem, mas carecem de adaptação individual. Outros 17,5% declaram que falta tempo e orientação adequada para estudar, enquanto 21,6% simplesmente não enxergam as capacitações como parte de suas trajetórias.
Outra novidade revelada pelo relatório é o interesse crescente por qualificações em Inteligência Artificial entre profissionais com mais tempo de casa e em cargos de liderança. A capacitação em IA é prioridade para 49% das lideranças formais e 47% dos profissionais experientes, contra apenas 23% dos iniciantes na carreira.
O gargalo no Plano de Desenvolvimento Individual e na rotina das equipes
O grande gargalo operacional identificado na pesquisa centra-se na falta de efetividade do Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). Apenas 39,1% dos profissionais utilizam o PDI como um guia ativo de aprendizado. Quando o plano é trabalhado de forma contínua, 92,0% dos colaboradores conseguem aplicar o conhecimento adquirido em suas atividades diárias. Por outro lado, quando o PDI é inativo ou inexistente, a taxa de transferência do aprendizado para a prática cai brankamente pela metade, atingindo apenas 47,4%.



Especialistas ressaltam que a educação corporativa eficaz depende de um desenho organizacional estruturado, que contemple tempo planejado, rituais de consolidação e lideranças engajadas. Quando as plataformas de ensino combinam navegação intuitiva com utilidade direta para as tarefas profissionais, a taxa de aplicação bem-sucedida do conhecimento salta de 44% para 84%.
Sobre o DOT Digital Group
Há 30 anos no mercado, o DOT Digital Group é pioneiro e referência em educação corporativa digital no Brasil. Sob o pilar “aprendizagem e tecnologia com inteligência”, a empresa entrega um ecossistema completo de soluções sob medida para grandes organizações com mais de 1.000 colaboradores, integrando plataformas, conteúdos customizados, Inteligência Artificial e estratégias de educomunicação.
O DOT diferencia-se por oferecer soluções integradas de ponta a ponta, que incluem plataformas de aprendizagem (LMS/LXP com IA), curadoria de conteúdo e parcerias estratégicas globais, como a representação da Coursera no Brasil, tutorias via Inteligência Artificial, roleplays com IA e treinamentos em larga escala. A empresa acumula mais de 20 milhões de certificações online e mantém um índice de satisfação de 97% entre seus mais de 400 clientes, como Alpargatas, Bayer, Cimed, CNI, Embraer, Faber Castell, Globo, Natura, Petrobras, SEBRAE e SENAR.
Ponto de Vista
O estudo apresentado pelo DOT Digital Group lança luz sobre uma transformação indispensável para o mercado corporativo moderno: a necessidade de humanizar e direcionar estrategicamente os investimentos em pessoas. A verdadeira inovação na gestão de talentos não reside em acumular ferramentas digitais ou catálogos infinitos de cursos, mas em construir uma cultura organizacional onde o conhecimento faça sentido prático para o colaborador. Garantir que a aprendizagem esteja integrada ao fluxo de trabalho, apoiada por lideranças presentes e impulsionada por um PDI verdadeiramente ativo, é o caminho para gerar valor sustentável, alta performance e desenvolvimento humano nas empresas do nosso país.
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Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Roberto Kreitchmann | Foto: G2.FILMS Divulgação | Redação: Informe Capixaba


