O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) realizou uma entrega histórica em Colatina na última semana. Por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), 30 famílias agricultoras receberam as escrituras de suas propriedades rurais, marcando o fim de gerações de trabalho como meeiros para passarem a ser donos da própria terra.
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A Fazenda Santa Rita, em Colatina, destinou cerca de 105 hectares para a produção familiar. A iniciativa beneficia mais de 100 pessoas e promete fortalecer a produção local de alimentos, além de ampliar a renda e a dignidade no campo. Para a agricultora Mikaely Paula Bregunce, que representou os beneficiários, a conquista é sinônimo de abundância: “Tudo o que a gente planta, a gente colhe”, comemorou.
O superintendente do MDA no Espírito Santo, Laércio Nochang, destacou que o acesso à terra em Colatina é apenas o começo. Com a escritura em mãos, as famílias passam a ter acesso facilitado a créditos como o Pronaf, o PAA e o programa Minha Casa Minha Vida Rural. “Ter a escritura quer dizer que vocês nunca mais estarão desempregados”, afirmou Nochang durante a cerimônia.
Desenvolvimento rural e sucessão familiar em Colatina
Novas oportunidades de crédito e infraestrutura rural em Colatina
A conquista da escritura em Colatina abre as portas para um ecossistema de crédito antes inacessível para essas famílias. Com o documento de propriedade, o agricultor pode formalizar sua produção e acessar o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que oferece as menores taxas de juros do mercado para a compra de sementes, adubos e pequenos maquinários. Esse fôlego financeiro é o que permite que a Fazenda Santa Rita se torne um polo de produtividade diversificada no Noroeste capixaba.

Além do fomento à produção, o impacto chega à qualidade de vida dentro de casa. Através do Minha Casa Minha Vida Rural, as famílias de Colatina beneficiadas pelo PNCF terão suporte para a construção ou reforma de suas moradias. A política pública se completa ao garantir que, além de terra para plantar, o trabalhador tenha um teto digno para morar. Esse conjunto de ações — terra, crédito e moradia — é o que sustenta a economia local de Colatina, gerando circulação de riqueza no comércio da cidade e garantindo que o alimento chegue à mesa dos capixabas com preço justo e qualidade.
A entrega em Colatina também reforça a linha “Terra da Juventude”, criada para estimular que as novas gerações permaneçam no campo com apoio técnico e financeiro. Segundo Shirley Abreu, diretora do MDA, o impacto do programa na renda familiar é impressionante, podendo crescer até 200% logo no primeiro ano de produção própria.
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Além da aquisição do solo, o governo garante cinco anos de acompanhamento técnico para assegurar que essas famílias em Colatina prosperem. Com juros baixos e prazos estendidos, o PNCF Social e a linha para jovens consolidam o Espírito Santo como um estado estratégico para a inclusão produtiva, já tendo beneficiado mais de 3,2 mil famílias capixabas.
“Para garantir a precisão e a sua segurança, esta matéria é revisada periodicamente pela nossa equipe. Novas informações e detalhes importantes podem ser acrescentados a qualquer momento.”
Ponto de Vista: Ver a entrega de escrituras em Colatina é presenciar a verdadeira transformação social que o acesso à terra proporciona. Ao garantir que 30 famílias deixem de ser meeiros para se tornarem proprietários, o Governo Federal não apenas distribui solo, mas planta dignidade e segurança alimentar no Noroeste capixaba. É inspirador ver programas como o "Terra da Juventude" focando na sucessão rural, evitando o êxodo e mantendo nossos jovens produzindo com tecnologia e apoio técnico. Esse é um trabalho exercido com louvor que fortalece a economia de Colatina e prova que, com investimento em quem produz, o Espírito Santo não para de colher bons frutos.
Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Edna Pedro/ MDA / Informe Capixaba | Foto: Divulgação | Redação: Informe Capixaba


