Iniciativa nascida em Aracruz gera dados científicos cruciais para o manejo florestal e apoia a meta da companhia de aumentar a disponibilidade de água até 2030.
No contexto das celebrações do Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a Suzano destaca o sucesso de uma iniciativa que nasceu em solo capixaba: o Projeto Microbacias. Criado originalmente em 1994, na unidade de Aracruz, o projeto completa 32 anos de história como uma referência global no entendimento da relação entre florestas de eucalipto e recursos hídricos. Hoje, o monitoramento se estende por 15 microbacias em todo o Brasil, gerando dados fundamentais para a Gestão Sustentável da Água.
O projeto funciona como um laboratório a céu aberto, onde medições constantes de vazão de rios, umidade do solo e qualidade da água permitem que a Suzano tome decisões baseadas em ciência. Segundo Lara Garcia, especialista em P&D da companhia, esse monitoramento é o que permite entender o balanço hídrico da paisagem. Essas informações são vitais para mitigar riscos climáticos e garantir que o manejo das florestas contribua para a saúde dos ecossistemas locais e para a Preservação Ambiental.
Ciência que Sustenta Metas Ambitiosas para 2030
Ao longo de três décadas, o Projeto Microbacias acumulou uma base de dados robusta que resultou em dezenas de publicações científicas. Esses estudos provam a eficácia de práticas como o mosaico de idades das florestas e a preservação de matas ciliares para manter a água disponível no solo. Esse conhecimento é o pilar que sustenta o compromisso da Suzano de aumentar a disponibilidade hídrica em 100% das bacias consideradas críticas até o ano de 2030, reforçando a cultura de Inovação e Sustentabilidade da empresa.
O Valor da Água para o Futuro do Planeta
A trajetória do Projeto Microbacias mostra que a produção industrial de celulose pode e deve caminhar junto com a conservação dos recursos naturais. Para a Suzano, a ciência aplicada ao território não gera valor apenas para a companhia, mas para toda a sociedade. Ao completar 32 anos, a iniciativa reafirma que o futuro da economia verde depende de um olhar atento e cuidadoso para cada gota d’água que percorre as nossas florestas.
Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Vítor De Vincentis / Suzano | Foto: Divulgação | Redação: Informe Capixaba | Suporte: IA


