O cinema como ferramenta de transformação social e resgate da ancestralidade será o centro das atenções no Instituto Marlin Azul (IMA), em Vitória. Nesta quinta-feira (12), às 18 horas, o espaço promove um evento gratuito com roda de conversa e lançamento de livros que exploram o audiovisual como prática coletiva para mudar o mundo. O debate “Cinemas, territórios, negritudes e pertencimentos” promete reunir a comunidade para refletir sobre as narrativas negras além das telas.
Lançamento de obras inéditas e a força do Cinema Quilombola A noite marcará o lançamento da obra “Cinema Quilombola: Territorialidades e Territórios Ancestrais”, organizada por Edileuza Penha de Souza e Cardes Monção Amâncio. O livro destaca o cinema produzido pelas próprias comunidades como resistência política e preservação da memória. Também serão apresentadas as coletâneas “Cinema Negro no Feminino” e “Cinemas, Educação e Diversidades”, que reforçam a importância do audiovisual no ambiente escolar e na construção de uma sociedade mais inclusiva.
Participação de especialistas e cineastas renomados O encontro contará com a presença da pós-doutora Edileuza Penha de Souza, premiada cineasta e pesquisadora, ao lado do professor e cineasta da Ufes Erly Vieira Jr e da pedagoga quilombola Olindina Cirilo. A mediação fica por conta de Cintya Ferreira. Com 26 anos de história, o Instituto Marlin Azul reafirma seu papel na democratização da cultura no Espírito Santo, unindo educadores e realizadores em um diálogo sobre identidade e futuros possíveis.
Editora-Chefe: Vanuza Oliveira | Fonte: Simony Leite Siqueira / IMA | Foto: Divulgação | Redação: Informe Capixaba | Suporte: IA


