
A segunda colocação de Léo Camargo em Cachoeiro de Itapemirim representa um balanço positivo para a direita.
A direita conservadora avaliou sua participação nas eleições do Sul do Estado de forma otimista, especialmente no município com o maior colégio eleitoral, Cachoeiro de Itapemirim. Léo Camargo (PL), candidato a prefeito, obteve 23.861 votos (23,09%), contra 44.240 votos (42,81%) do vencedor. Outro fator que indica esse fortalecimento foi a votação do candidato a vereador Creone da Farmácia, que recebeu 2.224 votos, sendo o segundo mais votado. Coronel Fabrício (PL) também foi eleito, com 1.696 votos.
O deputado estadual Wellington Callegari (PL) comentou sobre o assunto e fez uma análise otimista: “O saldo é positivo para quem precisou correr contra o tempo e enfrentar diversos empecilhos. Fizemos uma campanha limpa e determinada, e conseguimos uma votação expressiva em Cachoeiro com Léo Camargo. Além disso, elegemos dois vereadores no município. A semente foi plantada e estamos de cabeça erguida. Cair de pé não é derrota.”
Callegari também fez um panorama das outras cidades onde apoiou diretamente candidatos a prefeito: “Participei ativamente em três das cinco cidades onde o PL venceu a prefeitura, com meus parceiros Sergio Camarão, eleito em Muqui, Ronan Fisioterapeuta em Santa Maria de Jetibá e Thiago Rocha, que foi reeleito em São Gabriel da Palha. Não foi fácil competir com poucos recursos e uma agenda apertada, mas nada resiste aos resultados de um trabalho sério e verdadeiro. Os patriotas e conservadores estão vivos e atentos.”
Ao ser questionado sobre suas futuras pretensões, o deputado não revelou seus planos, mas deu pistas sobre outro projeto: “Vamos somar tudo isso e redesenhar nossos passos daqui para frente. Estou estudando algumas possibilidades, como uma vaga na Câmara Federal. Ainda é muito cedo, mas 2026 começou hoje, neste exato momento.”
Vale lembrar que Wellington Callegari foi eleito deputado estadual em 2022, defendendo pautas conservadoras e valores cristãos. É autor de leis importantes, como o projeto que recentemente foi aprovado na Assembleia Legislativa (118/2023), que garante às gestantes capixabas o direito de escolher a modalidade de parto, normal ou cesárea.
Texto: Redação/ Foto: Divulgação


