
Com o Bandes Solar, mecanismos de energia renovável e eficiência energética, como a instalação de placas fotovoltaicas podem ser financiados. O investimento é uma ótima opção para comércios e indústrias, que buscam a redução de custos operacionais, pois é uma economia direta. O investimento retorna em, aproximadamente, quatro anos, proporcionando mais de 25 anos de geração de energia, com ótimo custo-benefício pela independência de energia.
Recentemente, o Governo Federal zerou os impostos federais de componentes de painéis solares até 2026, o que deve estimular a indústria nacional dos painéis e, no longo prazo, tende a baratear custos desses equipamentos. O momento é de oportunidades para o crescimento do setor nos municípios capixabas.
De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), entre os inúmeros benefícios da energia fotovoltaica estão a geração de emprego e renda, a redução de milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera e novos investimentos. Em dados coletados pela associação desde 2012, no Brasil, a fonte de energia fotovoltaica já gerou mais de R$ 143 bilhões em novos investimentos e mais de 868 mil novos empregos.
O diretor de Negócios do Bandes, Marcos Kneip Navarro, ressaltou que a linha Bandes Solar impulsiona o crescimento das empresas capixabas ao financiar equipamentos que apoiam a redução de poluentes na atmosfera e reduzem os custos operacionais dos negócios. “A atuação do Bandes, ao fornecer e ampliar a atuação de investimentos em fontes energéticas renováveis e sustentáveis dentro dos negócios capixabas, vai ao encontro dos objetivos do banco em atuar para o desenvolvimento econômico sustentável e responsável do Estado. Além disso, os investimentos nesses segmentos são estratégicos para a competitividade e o ganho de produtividade das empresas”, afirmou Kneip.
O Bandes tem, dia após dia, aumentado a atuação com produtos e serviços que apoiam as práticas de ESG (Environment, Social and Governance) das empresas capixabas, como o financiamento para a aquisição de equipamentos fontes de energia renováveis. Além disso, atualmente, a adoção dessas práticas tem se tornado cada vez mais fundamental para as empresas, uma vez que consideram os impactos ambientais, sociais e de governança das operações empresariais. Essas práticas estão diretamente ligadas à sustentabilidade dos negócios e ao atendimento das expectativas dos stakeholders, como investidores, clientes, funcionários e a sociedade em geral.
Recentemente, o Bandes lançou o edital de chamada pública do Programa Funses ESG de Desenvolvimento, que investirá cerca de R$ 250 milhões do Fundo Soberano do Espírito Santo, aplicados por meio de subscrição de Debêntures pelo Fundo, destinados ao financiamento de projetos que intensifiquem o crescimento da economia estadual, o incentivo à inovação e à sustentabilidade nos setores da educação, energia, saúde e também no setor da indústria capixaba.
O novo Programa vai investir entre R$ 20 milhões a R$ 50 milhões por empresa, em projetos selecionados por meio de edital de chamada pública, com o investimento máximo de 80% pelo Funses. O prazo total será de até dez anos, com período de carência limitado a quatro anos. As debêntures, que são títulos de dívida emitidos por empresas, serão pagas com juros de até 100% da taxa Selic, dependendo da localização do projeto da empresa, que será avaliada com base em índices de desenvolvimento sustentável e participação dos municípios. A depender desses índices, os juros podem ter um desconto de até 10%.
Condições operacionais:
Bandes Solar
Valor financiável: até R$ 300 mil
Juros: a partir de 0,25% ao mês + Selic
Prazo total: até 120 meses
Carência: até 36 meses
Programa Funses ESG de Desenvolvimento
www.bandes.com.br/esg
Informações sobre linhas de financiamento:
www.bandes.com.br/solar
Por Bárbara Deps Bonato / Wilson Igreja Campos


