
ABRIL LARANJA é marcado pela luta contra os maus tratos e crueldades com os animais. O deputado federal Fred Costa ( Patriotas) foi o criador da lei Sansão . Ele afirmou que se faz necessário punir com mais rigor quem pratica esse tipo de crime.
Bibito era um pinscher famoso na literatura infantil capixaba que foi envenenado no condomínio onde morava em Coqueiral de Itaparica , Vila Velha. Ele resistiu por seis meses , ficou saquelado e morreu com problemas neurológicos. Sansão é um PittBull que teve as pastas traseiras decepadas com uma foice em Minas Gerais por um vizinho.
A lei Federal número 14. 064/2020 inclui um capítulo para cães e gatos na já existente Lei de Crimes Ambientais. Ela aumenta a pena para maus tratos contra animais. A Lei tem como objetivo coibir os agressores e proteger os bichinhos.
Na esfera penal o crime é previsto pelo artigo 32 da lei número 9.605.
O bem estar animal se refere a uma boa qualidade de vida que envolve saúde, felicidade e longevidade do bichano. Várias ONGs explicam que não se deve dar animais de presente como se fossem objetos, nem estimular a compra dos mesmos mas sim adota los,
Muitas cidades estão se dedicando a criação de hospitais públicos veterinários onde a pessoa de baixa renda pode tratar seu animal de estimação. O mês termina deixando o laço laranja como um movimento de boa relação entre homens e animais em vários contextos.
Os animais devem ser livres de.medo e estresse, livres de fome e sede, livres de desconforto, livres de dor e doenças e terem liberdades para expressarem seu comportamento ambiental.
Não se trata de amar mais ou menos os animais do que as pessoas, o que se coloca como foco é a nossa humanidade sobre seres que nos ajudam a suportar a depressão, a solidão e muitas das vezes trabalham para nos ajudar em hospitais, resgatar corpos em desastres, carregar recicláveis , visitar asilos e descobrir drogas escondidas. Bibito e Sansão jamais serão esquecidos e todo ano farão parte da Campanhã contra maus tratos. Eles nos ensinam a amar sem esperar nada em troca.

Por Luciana Santos


