Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceite
Informe CapixabaInforme CapixabaInforme Capixaba
Notificação Mostrar Mais
Redimensionador de fonteAa
  • Início
  • Cidades
    • Estado
    • Municípios
  • Colunistas
    • Bernada Navarro
    • Heloisa Soares
    • Régis de Oliveira
  • Cursos e Concursos
    • Serviço & Utilidades
  • Economia & Negócios
    • Agricultura
    • Emprego
    • Pesca
  • Esporte
  • Festas e Eventos
  • Brasil e Mundo
  • Pessoas
  • Polícia
  • Política
  • Tecnologia
  • Turismo e viagens
  • Saúde & Bem-Estar
  • Blog
  • Notícias
  • Mais +
    • Cultura e Lazer
    • Justiça
    • Segurança
    • Obras
    • Educação
    • Opinião
Leitura: Modelo de federações partidárias estreia nas eleições
Compartilhar
Informe CapixabaInforme Capixaba
Redimensionador de fonteAa
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Cookies
  • Termos de Uso
  • Fale Conosco
Buscar
  • Início
  • Cidades
    • Estado
    • Municípios
  • Colunistas
    • Bernada Navarro
    • Heloisa Soares
    • Régis de Oliveira
  • Cursos e Concursos
    • Serviço & Utilidades
  • Economia & Negócios
    • Agricultura
    • Emprego
    • Pesca
  • Esporte
  • Festas e Eventos
  • Brasil e Mundo
  • Pessoas
  • Polícia
  • Política
  • Tecnologia
  • Turismo e viagens
  • Saúde & Bem-Estar
  • Blog
  • Notícias
  • Mais +
    • Cultura e Lazer
    • Justiça
    • Segurança
    • Obras
    • Educação
    • Opinião
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Informe Capixaba > Blog > Destaques > Modelo de federações partidárias estreia nas eleições
DestaquesEstadoNotíciasPolítica

Modelo de federações partidárias estreia nas eleições

Última Atualização 15 de abril de 2022 06:59
7 min de leitura
Compartilhar
Compartilhar
Cinco pessoas se dão as mãos
Partidos federados são obrigados a permanecerem unidos nos quatro anos de mandato / Foto: Ana Volpe/Agência Senado

Com cinco cargos em disputa, vigorarão nas eleições deste ano dois sistemas eleitorais: o proporcional – para os de deputados federais, estaduais e distritais – e o majoritário – para os cargos de presidente da República, governador e senador.

Em 2022 os partidos poderão se agrupar em coligações para as eleições majoritárias (essa configuração foi proibida em 2017 para as proporcionais) ou em federações, formato novo e válido tanto para o pleito majoritário quanto para o proporcional.

Criadas pela Lei 14.208/2021, as federações prometem mudar o cenário eleitoral deste ano. Para entender o impacto da novidade, é preciso compreender a contagem dos votos em cada sistema. No majoritário, a conta é simples: ganha o candidato que receber mais votos. Já no sistema proporcional, o cálculo é mais complexo. Flávio Cheim, especialista em direito eleitoral, explica o funcionamento:

“No sistema proporcional, o voto dado a um candidato é primeiro considerado para o partido ao qual ele é filiado. O total de votos de um partido é que define quantas cadeiras ele terá (quociente eleitoral). Definidas as cadeiras, os candidatos mais votados do partido são chamados a ocupá-las (quociente partidário)”, esclarece.

Vantagem para o eleitor 

A diferença mais relevante entre federações e coligações é o tempo mínimo de duração da aliança. Partidos federados são obrigados a permanecerem unidos por toda a duração do mandato que apoiaram, ou seja, quatro anos, funcionando como uma espécie de teste à fusão dos partidos. Já as coligações podem se dissolver ao final das eleições.
Arte com as diferenças entre federação e coligação partidária

O novo formato favorece a união de partidos ideologicamente parecidos, já que, para seguirem juntos por um tempo mínimo muito maior, as agremiações tendem a prestar mais atenção a quem se unem.

Flávio Cheim destaca que, como a aliança nas coligações pode ser por curto período, abria-se no sistema proporcional espaço a uma possível transgressão à vontade do eleitor. “Era possível votar em um candidato de um partido com certa ideologia política e acabar ajudando a eleger outro de ideologia diferente. Agora com as federações partidárias, por unir, por um período maior, partidos com alinhamento ideológico, não há riscos de o eleitor votar para o partido e contribuir para eleição de candidatos de partidos com os quais não tem nenhuma afinidade.”

Outra diferença das federações é a sua abrangência nacional. As coligações são diferentes em cada estado.

Aspas e fotos de Flávio Cheim, que fala que, com as coligações, eleitor votava em um candidato mas podia ajudar a eleger outro de ideologia diferente

Vantagens para os partidos 

O novo formato de aliança não é só vantajoso para o eleitor. Os partidos também poderão se beneficiar. É o que explica Cheim: “Partidos integrantes da federação poderão ter maior cota de valores do fundo partidário e do fundo eleitoral. Outrossim, poderão ter mais tempo de propaganda partidária e propaganda eleitoral no rádio e na televisão e, consequentemente, poderão montar uma base forte na disputa por cargos proporcionais.”

Isso acontece porque as federações permitem que partidos menores se unam para atingir percentual previsto na cláusula de barreira, também conhecida como de exclusão ou de desempenho, estabelecida pela  Emenda Constitucional 97/1
Essa norma impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos. No pleito de 2022, o número corresponde a 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos nove estados, com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles. Vale lembrar que a cláusula de barreira fica mais rígida com o passar do tempo, passando a exigir, em 2026, 2,5% dos votos válidos e no mínimo 3% a partir de 2030.

Federações no Congresso

No Parlamento, as federações atuarão como um só bloco político. Dessa forma, terão bancada própria e maior, o que poderá facilitar na distribuição e formação de comissões legislativas, bem como no apoio ou na rejeição de propostas de emenda e projetos de lei.

Entretanto, o cientista político Mauro Petersem prevê que nem tudo serão flores. Ele acredita que as federações tendem a enfrentar os mesmos problemas dos partidos no que se refere ao enquadramento de seus parlamentares no Congresso. “A disciplina e a coesão internas dos partidos dependem do nível de coerência ideológica e programática existente em seu interior e da força de suas lideranças partidárias. É de se supor que, nessa dimensão, as federações sejam mais fracas que os partidos”, pondera.

Foto e aspas de Mauro Petersem dizendo que federações poderão limitar liberdade de parlamentar de trocar de partido

Já quanto à força da liderança, Petersem entende que “caso as federações participem da coalizão de governo e ocupem cargos de importância no Executivo (ministérios, por exemplo), a expectativa de distribuição de benefícios para suas respectivas bancadas pode funcionar como um reforço da capacidade de suas lideranças manterem ‘na linha’ suas respectivas bancadas.”

O cientista político pontua ainda que a existência de restrições efetivas à migração partidária reforça a disciplina e a coesão das bancadas. “A formação das federações pode ser uma oportunidade para reduzir a extrema liberdade que têm os parlamentares brasileiros para mudar de uma agremiação para outra, mas isto não está assegurado na legislação atual”, afirma.

Federações poderão coligar

A Resolução do TSE de 2021 (23.675/2021) modificou regras para escolha e o registro de candidatas e candidatos para as eleições, regulamentando a possibilidade de as federações celebrarem coligações nas eleições majoritárias.

Flávio Cheim exemplifica o caso: “Imagina-se que o partido A e o partido B resolvam se unir para formar a federação partidária AB pelo prazo mínimo de quatro anos. Então, a cada eleição, a federação poderá se coligar, no período compreendido entre a convenção partidária e o pleito eleitoral, cerca de três meses, com os partidos C, D e/ou E para atuarem como um partido, unindo esforços para lançar e elegerem única chapa majoritária (presidente e vice-presidente, governador e vice-governador ou prefeito e vice-prefeito). Finalizadas as eleições, a coligação é desfeita, e os partidos e a federação voltam a atuar em nome próprio.”

 

Por Gabriela Knoblauch, com edição de Angèle Murad

Estado: Internos de unidade prisional de Linhares produzem blocos em projeto ressocializador
Anchieta amplia o funcionamento de comércios e serviços após sair do risco alto
Arte e Cultura em Escolas de tempo integral ganham edital de R$ 1 milhão da Secult
Lion Jump e Rastaclone – show que aconteceria neste sábado foi remarcado para o dia 30/09
“Carpintaria Aberta” promove reciclagem criativa, arte e diversão no Centro de Vitória
Compartilhe esta Notícia
Facebook E-mail Impressão
Notícia Anterior Polícia Civil prende homem suspeito de abusar sexualmente das próprias filhas em Pinheiros
Próxima Notícia Programas odontológicos retomam inscrições na próxima segunda-feira (18)
Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.

Mantenha-se Conectado

FacebookTipo
InstagramSiga

Últimas Notícias

Passe livre no Transcol para profissionais da educação é proposto na Ales pelo deputado Fabrício Gandini.
Passe livre no Transcol para profissionais da educação é proposto na Ales Projeto de Lei nº 533/2026
Destaques Educação Estado Notícias Política
Roda de Boteco em Colatina apresenta petiscos de bares participantes do festival.
Roda de Boteco em Colatina reúne 14 estabelecimentos e novidades gastronômicas
Festas e Eventos Cidades Colatina Destaques Estado
Galeria Lilás em Anchieta é destaque em convite oficial da Câmara Municipal para a inauguração no dia 19 de outubro.
Galeria Lilás em Anchieta homenageia vereadoras nesta segunda-feira 19 de outubro de 2026
Política Anchieta Cariacica Cidades Destaques Notícias
FINDESLAB lança diagnóstico gratuito de inteligência artificial durante o FINDESLAB Day em Vitoria.
FINDESLAB oferece diagnóstico gratuito para orientar empresas no uso da inteligência artificial no Espírito Santo 2026
Festas e Eventos Cultura Destaques Estado Indústria Notícias Tecnologia
//

Uma nova experiência digital para quem busca informação de qualidade: as notícias que importam, com a leveza que você merece.

Inscreva-se na nossa newsletter

Assine nossa newsletter para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

Informe CapixabaInforme Capixaba
Siga-nos
Todos os Direitos Reservados - © 2026 Informe Capixaba - CNPJ: 33.062.857/0001-95
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Cookies
  • Termos de Uso
  • Fale Conosco
Assine nossa NewsLetter!
Inscreva-se na nossa newsletter e nunca perca nossas últimas notícias, podcasts, etc.

Zero spam, cancele a inscrição a qualquer momento.
Seja bem Vindo(a)!

Sign in to your account

Nome de usuário ou endereço de e-mail
Senha

Perdeu sua senha?

Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.